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Entenda o Microsoft DirectAccess


24th março 2010 Artigos,Novidades,Todos,Windows 2 Comments

Todos nós sabemos da dificuldade de se prover acesso a rede interna a clientes móveis. Em situações onde se começava um trabalho “dentro” da rede de empresa e precisava-se continuá-lo durante uma viagem, sempre pensávamos em VPN`s como solução.

Vamos conhecer um pouco do DirectAccess da Microsoft que promete mudar esse cenário.

DirectAccess

Entendendo…

O DirectAccess é um serviço que permite que um cliente com Windows 7 Enterprise/Ultimate (membro de seu AD DS domain) consiga conectar a sua infra externamente, ou seja, sem configurar nenhuma VPN o cliente consegue acessar, a partir da Internet, todos os compartilhamentos, sites internos (Intranet`s e webapp`s), aplicações corporativas e etc. Após conectado o cliente também pode receber conexões remotas administrativas.

Fazendo o uso de IPv6 e IPSec, unido a uma infra-estrutura de chave publica (PKI) a segurança é parte fundamental desse serviço. Até por que ninguém quer suas informações “disponíveis” por ai.

      DACompleteAccess              DADireto

Resumindo: O cliente é capaz de se conectar endereçado pelo IPv6, criptografado pelo IPSec, e autenticado pelos certificados obtidos junto a Autoridade Certificadora de seu domínio.

Pré-requisitos

Para começar, seguindo a “filosofia” de “Melhores juntos”….o principal quesito para esse ambiente é o par Windows Server 2008 R2 + Windows 7. O Active Directory, o IPv6 e uma PKI completam a lista.

Se uma estrutura IPv6 não estiver disponível, o cliente terá que estabelecer um túnel IPv6 sobre IPv4. Os seguintes protocolos são suportados para esse caso: Teredo, 6to4 ou Intra-Site Automatic Tunnel Addressing Protocol (ISATAP), IP-HTTPS (firewall friendly)

O equipamento que hospedará o serviço DirectAccess deverá possuir duas interfaces de redes. Uma ligada normalmente a rede local e outra ligada diretamente a Internet. Lembrando que esse é um cenário sugerido, pois é possível você protege-lo ainda mais utilizando o UAG na borda.

Instalação

Com uma forma bem interativa, a instalação segue um passo-a-passo até  sua conclusão. Após atendidos os pré-requisitos, esse passo-a-passo solicitará a lista de clientes que poderão se conectar ao DirectAccess server, as politicas de segurança para o acesso (reconhecimento dos certificados utilizados para criptografia e autenticação), uma lista de servidores de infra-estrutura que os clientes poderão acessar e por fim uma lista de servidores de aplicação que irão aceitar conexões seguras (ipsec) dos clientes.

DirectAccess Console setup

Na parte do cliente todas as configurações acabam sendo feitas de maneira “automática” pois o passo-a-passo trata de configurar tudo que é necessário a partir da alteração de politicas de grupo . Aqui tudo fica pronto, a politica de resolução de nomes e as de atribuições de certificados feitas diretamente no domínio evitam qualquer configuração direta no cliente.

Ainda sob a perspectiva do cliente tudo acontece de maneira transparente durante a conexão. Quando conectado a Internet, automaticamente ele também será conectado a rede Interna através do DirectAccess. Esse é o grande diferencial do DirectAccess para uma VPN: o ato de conectar, reconectar em caso de queda da conexão com a Internet, tudo é transparente com DirectAccess

Resumindo

O DirectAccess é uma tecnologia capaz de levar a rede Interna ao cliente onde quer que ele esteja e de maneira totalmente segura e transparente.

Com configuração simples e fazendo uso do IPv6, a única dificuldade talvez seja a adaptação necessária em sua rede, caso ainda não seja nesse padrão e é claro, traduzir tudo isso para a Internet que ainda é baseada em IPv4.

Essa, sem dúvida, promete ser a melhor forma de prover acesso a recursos internos a seus clientes com o mínimo de trabalho e o máximo de transparência possível.

Mais informações em:

http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd637827(WS.10).aspx

É isso ai, deixe seu comentário…..

1 abraço…

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Recomendações NTFS


10th abril 2008 Artigos,Todos 0 Comments

Aqui vai uma informação interessante que recebi da lista MCPdx (Um abraço ao amigo Mansur..:) ) enviada pelo Fabio Borup.

Como já deva ser de conhecimentos de todos, o sistemas de arquivos do Windows, o NTFS, possui uma unidade de alocação de espaço em disco para arquivos e diretórios: O Cluster.

No artigo que recebi existem recomendações sobre o tamanho dos clustes de acordo com a quantidade máxima do volume. O Windows por padrão, no momento da instalação, o Windows já define o valor baseado na geometria do disco. A tabela é a seguinte:

CLUSTER SIZE MAX NTFS VOLUME SIZE (bytes RAW)
512 2,199,023,255,552 (2TB)
1024 4,398,046,511,104 (4TB)
2048 8,796,093,022,208 (8TB)
4096 17,592,186,044,416 (17TB)
8192 35,184,372,088,832 (35TB)
16384 70,368,744,177,664 (70TB)
32768 140,737,488,355,328 (140TB)
65536 281,474,976,710,656 (281TB)

Para entender melhor pense nisso como um simples espaço já alocado onde o NTFS hospeda arquivos e diretórios. O tamanho de cada Cluster é definido quando o disco é formatado, sendo somente possível alterá-lo com outra formatação. O tamanho varia de 512 bytes a 64KB (512 bytes, 1 KB, 2 KB, 4 KB, 8 KB, 16 KB, 32 KB e 64 KB mais especificamente).

Sendo assim é muito importante avaliar o tamanho médio dos arquivos que seu volume/partição irá receber para definir o melhor tamanho do cluster. Pense o seguinte, se você define um tamanho de cluster de 4 KB (clusters maiores podem melhorar sua performance) e seus arquivos em media tem 1KB haverá muito desperdicio, pois a unidade minima nesse caso ainda é 4KB e os 3KB restantes se perderão.

Fica ai a dica sobre sempre avaliar o tamanho médio dos seus arquivos antes mesmo da formatação da unidade para evitar “surpresas” futuras.

fonte: Amit Pawar blog

1 Abraço a todos..

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